Os prejuízos que o cigarro causam ao bebê são bastante sérios. Ele causa a contração da artéria umbilical, que liga a criança à mãe, o que diminui o transporte de nutrientes ao feto. E se esses problemas preocupam na gestação, eles continuam após o nascimento. Geralmente, filhos de mães que fumaram na gestação nascem com cerca de meio quilo a menos do que deveriam. Se levarmos em consideração que um bebê nasce com cerca de 3 quilos, nos damos conta de que meio quilo é muita coisa!Quando está na barriga, o bebê absorve tudo o que está no sangue da mãe. Se ela fuma, o monóxido de carbono que é liberado pela fumaça do cigarro e está presente em sua corrente sanguínea acaba indo para o feto, isto é o bebê “fuma” junto.
Se esses argumentos ainda não convenceram de quão prejudicial é o fumo durante a gravidez, aí vai um sério: o cigarro é a principal causa evitável de morte súbita do bebê após o nascimento, ao lado apenas do posicionamento da criança.
Nós já vimos a opinião do ginecologista e obstetra Paulo Batistuta de que é preciso parar e isso significa que não há quantidade segura. Mas, nesse ponto, há um consolo para quem fuma. Especialistas em ajudar pessoas a parar de fumar afirmam que abandonar o vício é mais fácil do que diminuir o consumo. Exemplo: se a mulher que fuma dois maços por dia diminui para dois cigarros por dia, ela vai ficar sofrendo com a vontade de fumar o tempo inteiro. Mas se ela para, passa pela crise de abstinência de uma só vez.
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