É só entrar em um ônibus ou passear pelas praias e shoppings da Grande Vitória que encontramos jovens ouvindo música pelo celular, pelos aparelhos de MP3 ou com a ajuda de outros tocadores de música portáteis. Mas a febre do fone de ouvido vem trazendo junto com ela uma triste estatística: é cada vez maior o número de jovens com perda de audição.
Pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, aponta que esse mal aumentou em 30% entre os jovens americanos. Os pesquisadores compararam os resultados de dois estudos feitos no país – um entre 1988 e 1994 e outro entre 2005 e 2006 –, e observaram um crescimento significativo do número de jovens que sofrem algum grau de perda auditiva: de 15% no início da década de 90, para quase 20% nos últimos anos.
No Brasil os dados não são menos preocupantes. Levantamento realizado em São Paulo aponta que aumentou em 20% o número de pessoas com menos de 25 anos e com queixa de “zumbido”, fator que indica que a audição já está em crise.
O avanço da idade e certos defeitos genéticos ainda abrem alas para o problema, mas o uso constante de fones de ouvido a alturas audíveis até para quem está próximo dos usurários, aos poucos, arruína a capacidade de ouvir. A perda é gradativa, inicialmente nos sons agudos, o que a torna praticamente imperceptível.
Quem ignora o conselho de que é preciso usar os fones com moderação corre o risco de engrossar o número de seis milhões de pessoas com deficiência auditiva no País. “Existe, atualmente, uma epidemia de perda de audição que tem atingido os jovens em função do mau uso dos fones de ouvido. Essa constatação, por si só, já é grave. Mas o pior é que eles não estão se dando conta da gravidade do problema”, argumentou a fonoaudióloga Ana Carolina Rangel.
Direito de Ouvir
Para aqueles que já possuem a perda auditiva, o uso de aparelhos corretivos pode melhorar a audição e a qualidade de vida, o que significa que o uso do recurso não é um luxo, e sim uma necessidade.
E para as pessoas cuja condição financeira não permite a compra de um aparelho auditivo, a Rede de Clínicas Direito de Ouvir possui um sistema de atenção à saúde auditiva privado, que disponibiliza as melhores marcas e todos os modelos de aparelhos com até 70% de desconto, além de fornecer tudo o que é necessário à adaptação e manutenção dos aparelhos com os melhores preços do mercado.
O projeto Direito de Ouvir está presente em todo o Brasil. No Espírito Santo é oferecido pela clínica AG Medicina Ocupacional desde 2008. As fonoaudiólogas Ana Carolina Rangel e Graziela Faria são as responsáveis pelo projeto.
“O projeto Direito de Ouvir é uma alternativa brilhante, cujo objetivo principal é melhorar a saúde e, consequentemente, a qualidade de vida de pessoas que têm problema de audição, mas que não buscam tratamento em função do alto custo. O projeto nos permite cuidar dos pacientes e, ao mesmo tempo, desenvolver um bonito trabalho social”, atesta Ana Carolina.
Para ter acesso ao projeto basta o paciente procurar a clínica, que fica em Fradinhos, Vitória. Lá, ele passará por uma triagem e realizará exames para saber se existe ou não a necessidade de usar um aparelho de correção auditiva.
Informações AG Medicina Ocupacional: (27) 3223-0868
Sede: Rua José Malta, 226, Fradinhos, Vitória – ES
Filial: Rua Antônio Guimarães, 442, Muquiçaba, Guarapari – ES
E-mail: comercial@agmedicina.com.br
Twitter: @AGMedicina